Apaixonada pela cultura japonesa, finalmente, fui conhecer o bairro mais famoso dessa raça aqui no Brasil: Liberdade (SP). Saindo do metrô, lembrei de um texto interessante que havia lido no blog da minha xará Vanessa.(não tem nada a ver com o Japão, tem a ver com meu “infinito particular”). Rapidamente, os diversos grupos de emos espalhados no local me fizeram voltar a realidade.
Não há muito a se observar se a sua intenção não for comer ou fazer compras. As ruas são apertadas, sujas e, claro, cheias de japas.
No miolo mais raizeiro, há diversas barracas de comida e as pessoas comem na rua mesmo.
No meio da variedade de pratos ofertados, eis que surge um astro da culinária baiana: o acarajé. (ver figura ao lado – clique nela para ampliar). Numa apresentação bastante suspeita, permanceu no mesmo lugar em que o avistamos(…)
Paixões à parte, minha guia e eu optamos por um rodízio em um restaurante não menos badalado, onde no horário de rush(almoço), tivemos que entrar numa lista de espera.
Valeu a pena: apesar da fome e da comida, relativamente barata, havia fartura. Poucas vezes, deixo sobrar comida no prato quando o cardápio envolve sushi, sashimi, guioza e outras tantas iguarias orientais. Dessa vez, contudo, saí passando mal…
Dispensamos a sobremesa e fomos relaxar fazendo compras.
Queria comprar um quimono típico, mas, o traje de ninja acompanhado com um conjunto de espadas usado no kendo me atraiu mais. Para que minha excentricidade não fosse confundida com terrorismo, após algumas poucas horas, encerramos o passeio com a compra de uma camisa básica para a moda japonesa ( e para meu bolso!).

Eu, certamente, faria o oposto: dispensaria as compras e relaxaria comendo a sobremesa.
Por: Marcos em Janeiro 28, 2008
às 8:37 pm